que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz (...)
Caio Fernando Abreu

1 comentários:

Doce História disse...

Nessa sociedade, as pessoas só se preocupam com o que os outros irão pensar. Por isso, algumas pessoas não vivem para si, e sim para os outros.

www.ederoerasunhas.blogspot.com

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